Medicina integrativa e depressão: como funciona o tratamento?

Nenhuma doença se apresenta sem uma causa. Geralmente, as pessoas combatem as consequências dos males por meio dos medicamentos, mas nem sempre são curadas justamente pelo fato das causas ficarem obscuras. E é exatamente nesse aspecto que a medicina integrativa e depressão se alinham em busca de um tratamento eficaz e com resultados surpreendentes.

 

 

Quer saber como o método alternativo contribui para a sua saúde, com foco na qualidade de vida? Então continue lendo este post!

 

 

O que é a medicina integrativa?

 

A medicina integrativa, como o próprio nome sugere, é uma abordagem mais ampla do ser humano, auxiliando os pacientes por meio de abordagens complementares que ajudam a prevenir e combater as doenças físicas e mentais.

 

 

De uma forma geral, ela une a medicina tradicional à métodos alternativos de tratamento, todos devidamente comprovados cientificamente, ou seja, são seguros e eficazes.

 

 

Ao receber um tratamento em uma clínica de medicina integrativa, o paciente terá uma equipe multidisciplinar estudando a situação, com ajudas de enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, médicos e outros profissionais da área da saúde, incluindo terapeutas holísticos.

 

 

Assim, ao trabalhar o ser humano como um todo, os resultados acabam sendo altamente eficazes, principalmente no aspecto preventivo, tendo em vista que muitos desequilíbrios mentais e emocionais podem causar diversas doenças, como a depressão.

 

 

Como funciona na prática?

 

 

Ao contrário da medicina tradicional, que foca no problema, a integrativa tem como objetivo todas as particularidades de uma pessoa, ou seja, os tratamentos alinham medicamentos alopáticos, abordagens tradicionais e métodos alternativos.

 

 

Entre eles, podemos citar as massagens, florais, aromaterapia, fitoterapia, homeopatia, acupuntura, ozonioterapia, meditação, entre muitas outras técnicas.

 

 

É importante informar que a medicina integrativa é reconhecida pelo Ministério da Saúde como um tratamento complementar desde 2006 por meio da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PIC).

 

 

Assim, as clínicas são totalmente aprovadas e até mesmo o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece terapias alternativas em milhares de municípios brasileiros. Agora que você já está por dentro do conceito, vamos explicar a relação entre medicina integrativa e depressão.

 

 

De que maneira a medicina integrativa auxilia no tratamento da depressão?

 

 

De acordo com estudo epidemiológico do Ministério da Saúde, a prevalência de depressão ao longo da vida no Brasil está em torno de 15,5%. Os casos de depressão são bem particulares e cada paciente traz um histórico diferenciado. Dessa forma, as abordagens devem ser sistêmicas e com foco no combate às causas do problema.

 

 

Muitas vezes, a doença se apresenta em razão do histórico familiar, por conta de um trauma, estresse ou ansiedade crônicos, disfunções hormonais, sedentarismo, vícios etc.

 

 

Como a depressão deixa a pessoa angustiada, triste, com baixa autoestima e pessimismo, nada melhor do que uma abordagem ampla e com foco no bem-estar do paciente.

 

 

Nesse sentido, a medicina integrativa auxilia imensamente os pacientes depressivos justamente pelo fato de realizar um diagnóstico completo, o que influencia na busca por terapias que auxiliam na qualidade de vida.

 

 

Como é necessário um relacionamento próximo entre paciente e profissionais, essa parceria contribui imensamente no tratamento, unindo os meios convencionais com as terapias alternativas.

 

 

Em uma clínica de medicina integrativa, será possível oferecer uma dieta balanceada ao paciente, atendimento psicológico, hidroterapia, terapias injetáveis, enfim, o leque é extenso e tem comprovação no tratamento da depressão.

 

 

Afinal, quando uma pessoa está depressiva, é preciso ajudá-la a criar novos hábitos, principalmente que estimulem os neurotransmissores a obterem prazer na vida.

 

 

Como muita gente tem depressão ou conhece alguém que seja portador dessa doença, nada melhor do que uma abordagem que explora cuidados especiais com o corpo, mente, alimentação saudável e práticas de atividades que contribuem com o bem-estar, como exercícios físicos.

 

 

Sabendo-se que a maneira de pensar precisa de novos estímulos para amenizar os sintomas da depressão, a medicina integrativa tem abordagens focadas na saúde mental, na sociabilidade e na manutenção do humor. Mas há inúmeros outros benefícios, como veremos agora.

 

 

Medicina integrativa e depressão: veja os principais benefícios

 

 

Existem inúmeros benefícios da medicina integrativa no tratamento da depressão. Podemos começar pela relação médico paciente, tendo em vista que é bem mais próxima em relação à medicina convencional.

 

 

Assim, o contato não é específico, mas terapêutico, deixando de focar na doença, priorizando o paciente.

 

 

Para isso, o olhar dos profissionais deve ser mais aguçado, criando um ambiente de bem-estar, com técnicas que constroem uma relação saudável, com ganhos na sociabilidade.

 

 

Busca por qualidade de vida

 

 

A medicina integrativa é fundamental no tratamento da depressão pelo fato de oferecer opções que estão sintonizadas com a qualidade de vida.

 

 

O paciente tem espaço para falar e é ouvido, criando empatia e um elo de confiança. Ao explorar os tratamentos que trazem mais vitalidade e bem-estar, a pessoa fica mais motivada consigo mesma, aspecto primordial para combater as consequências da depressão.

 

 

Vivendo melhor, há mais estímulos para dar continuidade ao que está dando certo, ou seja, os ganhos são em vários setores da vida do paciente, influenciando inclusive positivamente tanto na convivência familiar quanto no meio profissional.

 

 

Atenção a todos os sintomas do corpo

 

 

Ao realizar um atendimento que engloba todos os aspectos de um ser humano, a medicina integrativa consegue oferecer uma abordagem que traz resultados em todos os sintomas do corpo e da mente, incluindo o aspecto emocional.

 

 

Caso o paciente depressivo esteja com disfunções hormonais ou má alimentação, uma dieta balanceada irá mudar totalmente o estilo de vida, fazendo com que os neurônios trabalhem positivamente, trazendo novos estímulos à existência.

 

 

Inclusive, a alimentação saudável é altamente positiva no combate e prevenção da depressão, sempre com ganhos exponenciais na qualidade de vida.

 

 

Autoconhecimento

 

 

Dificilmente um paciente vencerá uma doença se não conhecê-la a fundo, assim como a si mesmo. Afinal, é preciso ser responsável pelo tratamento, despertando a autocura.

 

 

Com as técnicas complementares, a pessoa deixa de ser passiva e se torna ativa nas abordagens, se engajando por meio da determinação e disciplina.

 

 

Dessa maneira, os resultados são altamente positivos, pois ocorre uma melhora considerável nos quadros, sempre com foco na saúde plena.

 

 

Portanto, a medicina integrativa e depressão estão alinhadas no que diz respeito ao encontro de novas abordagens que trazem ressignificações do ser humano e sua consequente melhora em relação a essa doença que já foi considerada como o mal do século.

 

 

Ficou interessado nesse tratamento diferenciado? Aproveite e entre em contato com a nossa equipe e conheça as nossas abordagens!

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