Entenda o que é mapeamento genético e como ele pode ajudar sua saúde!

Quando vamos a um lugar desconhecido, geralmente utilizamos um GPS para nos situarmos. A dinâmica é muito parecida com o mapeamento genético, pois essa técnica consegue identificar os genes existentes no organismo e suas respectivas predisposições, podendo ser um meio bem útil para prevenir inúmeras doenças.

 

Quer saber como funciona o mapeamento genético e como ele age na trilha pela qualidade de vida? Então continue lendo este post!

 

Veja o que é o mapeamento genético

 

Apesar de muitas doenças terem causas desconhecidas, há uma forma de identificar predisposições orgânicas por meio da análise do histórico familiar: trata-se do mapeamento genético.

 

Assim, a técnica faz o sequenciamento do genoma, observando as particularidades dos genes no funcionamento orgânico.

 

Atualmente, é possível analisar os principais genes que causam o câncer de mama, tudo por meio de um estudo minucioso que faz o sequenciamento do genoma e nucleotídeos.

 

Com a existência de vários métodos, é possível saber quais as principais doenças que podem atingi-lo ao longo da existência.

 

Entre os métodos existentes na medicina, está o Sequenciamento de Sanger. Com ele, os especialistas realizam cópias de pequenas partes do DNA por meio de coletas de fluidos do corpo. Entre eles, sangue e saliva, tendo uma avaliação por meio da análise conhecida como eletroforese.

 

Com a evolução tecnológica, há diversas técnicas sendo desenvolvidas, com resultados rápidos e eficientes.

 

Apesar dos valores dos testes não serem muito baratos, geralmente acima de R$ 4.000, já houve uma popularização bem considerável em comparação a anos anteriores e, cada vez mais, ocorre um aumento no número de pessoas interessadas no mapeamento genético.

 

Quem pode fazer

 

Mesmo podendo ser feito por qualquer pessoa, essa técnica é indicada para alguns grupos de indivíduos. Entre eles, está quem é portador de mutações que podem afetar os futuros filhos.

 

Também é indicado para quem é portador de mutações que podem ter manifestações graves ou em pessoas que estão no grupo de maior probabilidade para desenvolver determinada doença, como diabetes, por exemplo.

 

Com os dados, é possível adotar um estilo de vida que evite o surgimento desses males, sendo um excelente ingrediente para focar no bem-estar.

 

Hoje em dia as técnicas evoluíram muito e a tendência é que o mapeamento genético ganhe cada vez mais espaço na medicina, com diversas aplicações terapêuticas.

 

Entraves

 

Existem discussões éticas que se apresentam como alguns desafios a serem enfrentados pela medicina para tornar mais acessível o mapeamento genético.

 

Entre elas, a questão sobre os possíveis riscos de alguém saber sobre as possíveis doenças que poderá adquirir, sem falar nos rumos da medicina baseados nas experiências genéticas.

 

Sejam os posicionamentos das pessoas otimistas ou pessimistas, as pesquisas são promissoras e não tem como fugir dessa realidade, ou seja, trata-se de um caminho sem volta.

 

Mas, de uma forma geral, o mapeamento genético contribui com a prevenção de inúmeros males e ainda influencia na mudança de hábitos, sendo positivo para estimular as pessoas a investir na saúde de maneira integral.

 

 

Descubra como a técnica funciona

 

Com excelentes resultados em várias áreas da medicina, o mapeamento genético tem sido amplamente realizado em terapias na especialidade de oncologia.

 

A técnica consiste na construção de probabilidades baseadas em recombinações gênicas, que podem influenciar na incidência de inúmeras doenças, principalmente de caráter hereditário.

 

Para isso, são realizados exames que analisam as 40 mil variantes existentes em nosso DNA, o que influencia na observação de prováveis síndromes e quadros clínicos patológicos.

 

Afinal, as variantes genéticas são diferentes e há as mais estruturais, menores, pontuais, ou seja, os exames trazem dados que auxiliam em um diagnóstico que traz informações sobre a dimensão das possíveis mutações. Entre eles, podemos citar:

 

testes DTC: avaliam os marcadores do genoma e o risco ou propensão para determinadas situações;

 

Array Genômica: analisa o genoma de uma forma completa, com suas respectivas variações de número de cópias;

 

Sequenciamento do exoma: verifica os 3 bilhões de pares de bases que formam o nosso genoma.

 

Portanto, cada exame foca em informações descritas previamente pelo paciente. São levados em consideração os sintomas, histórico familiar, particularidades da pessoa, entre outros.

 

De uma forma geral, o mapeamento genético consegue identificar prováveis riscos para o desenvolvimento de inúmeros males, tais como:

  • Epilepsia, Autismo, Alzheimer;
  • Câncer de mama, no ovário, pulmão e pâncreas;
  • Doenças cardiovasculares hereditárias;
  • Doenças raras, como Síndrome de Angelman, Doença de Huntington etc.

 

Conheça os principais benefícios

 

O mapeamento genético é um exemplo de como a tecnologia pode contribuir com a qualidade de vida.

 

Antes de sua existência, com os atuais métodos inovadores, era preciso obter informações tendo como base conversas informais ao longo de uma consulta.

 

Assim, a fonte era a memória dos pacientes e de suas respectivas histórias tão quanto dos demais parentes. Além disso, os médicos precisavam pesquisar exames antigos ou até documentos para conhecer mais sobre as gerações passadas.

 

Tudo era muito lento e com grandes riscos de erros. Agora, os exames são precisos e coletam sangue e saliva, ou seja, o sequenciamento do DNA é feito de uma maneira bem certeira.

 

Ao analisar as amostras em laboratórios especializados, os profissionais têm observações consistentes, revelando inúmeros detalhes sobre o organismo.

 

Inclusive, há exemplos até mesmo no mundo das celebridades sobre como é importante realizar um mapeamento genético.

 

Foi por meio dele que a atriz Angelina Jolie decidiu fazer uma mastectomia, retirando os dois seios. Isso porque o resultado mostrou que ela tinha alto risco de desenvolver um câncer de mama. Portanto, trata-se de uma prevenção que auxilia na longevidade.

 

Além disso, é importante você adotar hábitos saudáveis ao longo da vida, investindo em uma alimentação balanceada, terapias alternativas e em exames preventivos.

 

A medicina integrativa é uma excelente parceira, pois avalia o ser humano em sua totalidade, auxiliando no tratamento e prevenção de várias doenças, como diabetes, osteoporose, neurológicas, entre outras.

 

Tudo é focado na parceria entre paciente e médico, focalizando no bem-estar e melhoria da saúde em sua integralidade.

 

Dessa maneira, ao realizar um mapeamento genético, haverá mais um ingrediente para você viver bem, com entusiasmo e em sintonia com a natureza.

 

Viu como a saúde é um fator que necessita de vários cuidados? Quer investir em sua longevidade? Então entre em contato agora mesmo com a nossa equipe!

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